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Escala de cores: o segredo de um dente artificial com aparência natural

27 de junho de 2026 · por Marcos Venâncio

Escala de cores: o segredo de um dente artificial com aparência natural
Um dos maiores desafios de uma prótese dentária é passar despercebida: o dente artificial precisa se integrar ao sorriso com naturalidade. E isso começa pela escolha da cor.

Como funciona a escala de cores?
Os dentes naturais não são brancos uniformes — têm matiz, saturação e translucidez próprias, que variam de pessoa para pessoa e até de dente para dente. Para reproduzir essa diversidade, usamos escalas de cores padronizadas (como a clássica escala Vita), que classificam os tons em famílias e intensidades.

No consultório, o dentista seleciona a cor com o paciente, geralmente sob luz natural. Essa informação vem na prescrição, e aqui no laboratório escolhemos os dentes de estoque ou caracterizamos a peça para reproduzir fielmente o tom escolhido.

Detalhes que fazem a diferença

- Em próteses parciais, a cor precisa harmonizar com os dentes naturais remanescentes;
- A idade do paciente influencia: sorrisos maduros pedem tons ligeiramente mais saturados para parecerem naturais;
- A translucidez da borda incisal (a 'pontinha' do dente) é o que dá vida ao sorriso.

Nosso estoque de dentes e materiais cobre toda a escala de cores, permitindo reproduzir com fidelidade a prescrição de cada dentista. Porque um bom trabalho protético é aquele que ninguém percebe que é uma prótese. 😉
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